Um resumo sobre os ataques e os atacantes

Desde 2017, tenho sofrido uma série de ataques digitais e pessoais por parte de uma organização criminosa.
A polícia investigou por 2 anos esta organização, chegando a partir de julho de 2018, as fontes verdadeiras por trás de cada um dos atentados.
Primeiro, os líderes dos ataques, Gustavo de Oliveira e Andreas Lifer, foram identificados pela polícia.
Andreas estava na cadeia desde 2013, mas mesmo preso e condenado por um homicídio por intermédio de denúncias feitas por mim no Portal A3, que na época eu tinha propriedade, ajudava os criminosos de dentro da cadeia.
Gustavo por sua vez foi preso, solto para responder em liberdade, e preso posteriormente novamente.
Os dois foram assassinados na cadeia, não se sabem ainda os motivos, mas a polícia investiga.
Andreas queria vingança contra mim, por ter sido condenado pelo homicídio.
Já Gustavo, queria vingança por me culpar pelo fim de seu relacionamento com Clarice Bueno.
Ele e a mulher eram casados, e tiveram uma filha, que é minha afilhada de batismo.
Portanto como percebem, éramos conhecidos e convíviamos bem.
Até o dia em que ele bateu em Clarice, e uma discussão aconteceu.
Mas, as suas justificativas não são plausíveis e seu casamento chegou ao fim por conta de sua agressão a Clarice e não porque eu tivesse qualquer coisa a ver com o assunto do casal.
Hoje, Clarice refez a sua vida ao lado do médico Leandro Hassan, e tem mais duas filhas com ele.
Eu ainda tenho contato com ela e com a família, inclusive com Leandro um bom homem.

Mas, com Gustavo e Andreas identificados a polícia descobriu que outra pessoa havia assumido a organização, e que liderava-os porque os ataques continuavam.
As ordens vinham de algum lugar e as investigações prosseguiram.
Descobriu-se depois de uma série de prisões, investigações e detalhamentos de monitoração, que a pessoa que procuravam poderia estar infiltrada dentro da nossa Equipe de trabalho.
Um pente fino foi feito e Mariana Monary, Advogada e nossa companheira de Equipe, passou a auxiliar nas investigações.
Foi graças a ela e suas pesquisas, que a polícia avançou e identificou a responsável por ser a nova chefe do bando.
Recrutada em 2014, e quem deu vida a organização e estava por trás a cada plano de ataque, Helena Bitencourt foi presa em abril.
Como era esperado, ela era conhecida da equipe.
E se infiltrou entre nós usando o nome falso Melissa Rodrigues.
Nunca desconfiamos dela e eu e ela até chegamos a escrever no ano passado, um livro juntos.
O livro foi publicado na plataforma de assinaturas Bookon, de Kester 10 G.
Melissa ou melhor Helena, também infiltrou suas irmãs na equipe, Elisa e Marianna.
Sendo esta última nossa Assessora e tendo acesso a diversas informações sensíveis.
Usadas para se obter vantagens, desviar recursos financeiros da marca Kester e quase leva-la a falência no final do ano passado.
Felizmente a Onor Miccelann, impediu a falência e o fechamento da marca, mas a equipe de criminosos fez muito mais do que se era pensado.
Se infiltraram e penetraram muito mais do que poderíamos pensar e as investigações policiais seguiram.
Até se descobrir Samuel Lazzier, o homem que contratou Helena e que fundou a organização por vingança, para todos os ataques.
Lazzier era delegado de polícia mas perdeu seu cargo em 2013, por denúncias feitas pela Onnekalel Revista, de minha propriedade na época.
As denúncias foram pelos crimes de favorecimento de prostituição e exploração de menores para fins sexuais.
Ele chegou a ser condenado mas não foi preso, porque ganhou direito em responder aos processos em liberdade, e esses processos não foram julgados na 2ª Instância, até hoje.
Na semana passada, em 15 de abril, Lazzier sequestrou Larissa Miccelann, quem realizou as denúncias contra si.
E eu, tive a felicidade de conseguir rastrear o celular da jovem enquanto ela esteve em poder do bandido.
No resgate dela, houve troca de tiros com a polícia e Lazzier morreu.
Encerrou um capítulo de mais de 2 anos de ataques, perseguições e monitoramentos, mas todo o caso ainda não está encerrado.
Com seus principais líderes fora do radar, ainda segue o fato das investigações em curso e da Justiça ser feita.
60 pessoas já foram condenadas por 6 diferentes crimes, mas ainda há 37 pessoas aguardando julgamento.
A organização era grande, 97 pessoas que a formavam mais o seu mentor, totalizando 98 membros.
Graças a um trabalho de formiguinha e muito paciente, a polícia chegou a cada um, e levou estes a Luz da Justiça.
Agora, espera-se o rigor necessário na aplicação de suas punições, para que essas pessoas não voltem a cometer crimes.